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Por que o Paga Aí existe.

Sou engenheiro de software, baseado em São Paulo. Construí o Paga Aí porque vi de perto o que toda personal trainer com mais de 10 alunos faz: abrir o WhatsApp todo dia 5, copiar uma mensagem padrão, mudar o nome do aluno, mudar o valor, mandar. Conferir o extrato à noite pra ver quem pagou. Mandar lembrete pra quem não pagou. Repetir no dia 15. Repetir no fim do mês. Cobrar de novo o cara que sumiu.

Esse trabalho é o que economistas chamam de friction: não gera valor, não treina ninguém, não constrói nada. Só consome tempo e energia emocional. E é exatamente o tipo de trabalho que software resolve bem — desde que seja construído com cuidado.

O Paga Aí faz uma coisa: automatiza a régua de cobrança ponta a ponta. O Pix vai pra sua conta (Asaas, Inter, Cora, Sicoob ou Sicredi — você escolhe), o WhatsApp dispara nas datas certas com templates aprovados pela Meta, a reconciliação acontece automaticamente, e o painel mostra o que importa: quem pagou, quem deve, e o que vem aí.

Sou um time pequeno (uma pessoa, sendo honesto), e isso muda algumas coisas: o roadmap é meu, o suporte sai do mesmo endereço de email, e quando você reportar um bug eu vou ler. Em compensação, a arquitetura é sólida — criptografia AES-256-GCM em repouso, webhooks idempotentes, 151 testes verdes, LGPD nativo, SLA de 99,5%. Não escondo ferida: o que existe, existe; o que não existe, não vou prometer.

Pra quem é: personal trainer com 10 a 50 alunos ativos, autônomo ou microempresa, que já tentou planilha e WhatsApp na unha e cansou. Se você ainda não tem esse volume, talvez não valha a pena — fala comigo antes de assinar.

Quer conversar antes de testar? Me manda um email.

Operando a partir de São Paulo, Brasil. Sujeito à legislação brasileira (LGPD, CDC, Marco Civil da Internet).